Acabo de ler o artigo de Kim Pearson, no Poynter Institute, “How Computational thinking is changing Journalism & What’s Next. O argumento é “Pensar computacionalmente”, ou seja, como os profissionais das Ciências da Computação pensam soluções para os problemas e que essa forma de “resolução de problemas” pode ser utilizado em outras disciplinas, como no Jornalismo.
Sinteticamente:
* Pensar computacionalmente significa criar e fazer uso de diferentes níveis de abstração para entender e resolver problemas mais efetivamente.
* Pensar computacionalmente significa “pensar algoritmicamente” e com a habilidade para aplicar conceitos matemáticos tais como indução para desenvolver soluções mais eficientes, lógicas e seguras
* Pensar computacionalmente significa entender as conseqüências do método, não somente por razões de eficiência, mas também por razões econômicas e sociais.
O texto sobre “Computational Thinking”, de Jeannette M. Wing, que serviu de base para o artigo de Kim Pearson está no wiki da Rede, no Núcleo Tecnologia.
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O pesquisador Walter Lima (FaCásper), no paper publicado na Revista Famecos: Mídia, cultura e tecnologia, realiza cruzamento entre as áreas de Ciências Sociais Aplicadas (Jornalismo), Ciência Cognitiva (Psicologia Cognitiva) e Ciências Exatas (Computação) analisando a possibilidade da construção de artefatos tecnológicos computacionais e do uso de Sistemas de Suporte à Decisão (SSD), que permitam ao jornalista melhorar seus processos de decisão e, por conseqüência, melhorar a qualidade do conteúdo informativo de relevância social produzido e distribuído por diversos meios de comunicação.
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Organizado pelos pesquisadores S. Squirra e Yvana Fechine, foi lançando no XX Encontro da Compós 2009, na PUC, em Belo Horizonte, o livro “Televisão digital: desafios para a comunicação“.
O press release da Editora Sulina afirma que “no cenário de implantação da televisão digital no Brasil e frente a processos comunicacionais cada vez mais orientados pela multiplicidade tecnológica e pela convergência midiática, uma questão nova surge para professores, estudantes, pesquisadores e profissionais de comunicação: quais são – ou quais podem ser – os conteúdos dessa TV que tem provocado tanta esperança e ceticismo? Foi a partir de questionamentos como esse que surgiu esta coletânea proposta pela Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação (COMPÓS). Os 18 artigos aqui reunidos versam sobre as transformações na linguagem e na tecnologia dessa “nova televisão”, sobre os cenários político-econômicos e modelos de negócios da TV digital, sobre tendências e experiências internacionais a partir da digitalização do meio nos seus distintos padrões. No conjunto, os textos registram um momento fundamental das discussões em torno da TV digital no Brasil, contando com a colaboração de teóricos e produtores de conteúdo do Brasil e de outros países”.
Autores: Adriana Omena dos Santos ● Ana Silvia Lopes Davi Médola ● André Barbosa Filho ● Arlindo Machado ● Carlos Ferraz ● Carlos Scolari ● César Bolaño ● Cosette Castro ● Ed Pôrto ● François Jost ● Karla Patriota ● Lívia Cirne ● Lorenzo Vilches ● Marcelo Fernandes ● Marcelo Zuffo ● Marcos Dantas ● Miriam Wimmer ● Octavio Pieranti ● Regina Mota ● Renata Shimabukuro ● Valdecir Becker ● Valério Brittos ● Vicente Gosciola ● Walter Teixeira Lima Júnior
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Desde que comecei a tentar cruzar os campos do Jornalismo e tecnologias digitais, lá no final dos anos 80, uma pergunta me persegue: até que ponto os jornalistas precisam conhecer as tecnologias que utilizam para produzir e distribuir conteúdo de relevância social?
Veja que não estou falando se os jornalista devem ou não conhecer tecnologia. Esse ponto parece superado… acredito. Atualmente, é conhecer o limite dessa inserção.
Vi outro dia uma universidade americana que oferece o curso de graduação Jornalismo e Telecomunicações. Isso mesmo, junto. Agora vi uma outra que oferece Jornalismo e Ciências da Computação.
A pergunta continua, qual o limite? Ou não tem limite?
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Vale a pena dar uma olhada nesse material que trata exatamente das novas atribuições do jornalista
http://www.pbs.org/idealab/2009/03/a-cool-and-easy-project-from-a-programmer-journalist062.html
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Caros amigos do Núcleo de Tecnologia da Rede JorTec
Temos agora um espaço para que possamos prosseguir os nossos trabalhos e também que possibilita dar visibilidade as nossas pesquisas, além de permitir construir uma rede de relacionamento com instituições, grupos de pesquisas e pesquisadores que investigam as tecnologias no campo do Jornalismo.
Para manter esse espaço “vivo”, o comprometimento de cada membro com a “saúde” do Núcleo é fundamental.
abs, walter
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